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Americano campeão - Macaé Vence Botafogo - Vasco e Fluminense vencem - Esporte com Wagner Augusto

MACAÉ VOLTA A VENCER EM GRANDE ESTILO, EM CASA E SOBRE O BOTAFOGO



O Macaé venceu o Botafogo dentro de casa, neste sábado (27), por 4 a 2 e se recuperou após duas derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro da Série B. O Alvianil saiu na frente do marcador e saiu do primeiro tempo vencendo por 3 a 0: Anselmo, duas vezes, e Pipico, marcaram de cabeça. No segundo tempo o Glorioso voltou melhor e até diminuiu com Daniel Carvalho e Roger Carvalho, mas Pipico marcou em seguida e deu os três pontos ao Macaé. Gilberto, do Glorioso, ainda foi expulso no fim do jogo Com o resultado, o Alvianil chegou aos 16 pontos e se encontra na sétima posição. Na próxima rodada a equipe enfrentará o ABC (RN), no sábado, dia 4 de julho, às 16h30min, no Estádio Frasqueirão. 

O Botafogo, mesmo com a derrota, continua na ponta da Série B, com 20 pontos. O próximo compromisso do Glorioso é com o Sampaio Corrêa (MA), no Nilton Santos, na sexta-feira, dia 3 de junho, às 21h50.A partida começou com as duas equipes buscando o gol rival, mas sem muita organização. O Macaé filtrava seus lances pelo lado esquerdo para explorar o entrosamento de Pipico e Diego, mas sem muito sucesso. O Botafogo fazia o mesmo, investindo em subidas de Luis Ricardo e enfiadas de bola para Bill que não conseguia levar perigo, salvo em uma finalização de fora da área que resultou em linda defesa de Fernando.O Macaé marcou seus gols quando inverteu o lado de ataque. Com Marquinho e Anselmo em tarde inspirada a equipe fez dois gols em quatro minutos, em jogadas muito parecidas. 

Levantamento pelo lado direito do meia, encontrando Anselmo sozinho no meio dos dois defensores do Glorioso. Logo depois, ampliou o placar e marcou o terceiro com Pipico, após, dessa vez, jogada de Henrique. O camisa 7 apareceu sozinho nas costas da defesa e balançou as redes de Renan, que não teve culpa em nenhum dos lances.Para a segunda etapa o Glorioso voltou com tudo. A equipe conseguiu marcar duas vezes antes dos 15 minutos de jogo. Daniel Carvalho chamou a resposabilidade e participou dos dois gols, no momento em que o Macaé se encolheu e chamou o Alvinegro para seu campo. Primeiro Daniel Carvalho fez jogada individual e marcou de perna direita, de fora da área. Depois alçou na área bola venenosa, que Fernando não segurou e Roger Carvalho empurrou para as redes.Empolgado, o Botafogo começou a arriscar de longe e Daniel Carvalho ia empatando em cobrança de falta violenta. E quando parecia que o empate do Alvinegro estava próximo, Pipico aliviou o Alvianil. Após levantamento de Diego, Anselmo brigou com Renan no alto, a bola ficou viva dentro da pequena área, e o camisa 7 do alvianil chegou e empurrou para a meta. O Fogão até tentou retornar a partida, mas Gilberto foi expulso e o placar se manteve o mesmo: 4 a 2 Macaé. 

Fonte: Fut Rio 
Foto: Internet

VASCO SUPERA FLAMENGO E VENCE PRIMEIRA NO BRASILEIRÃO



Celso Roth foi absolutamente prático em sua estréia pelo Vasco, pois o que interessava, na realidade, era obter a primeira vitória no Brasileiro. Assim, contrariou a lógica do time grande, e o fez jogar como pequeno: pôs o time atrás, marcou um gol, segurou o resultado de 1 a 0 e quebrou dois tabus: ganhou enfim no Brasileiro e derrotou o Flamengo pela primeira vez no campeonato desde 2006. 

Ambos, porém, permaneceram abraçados no indigesto Z-4. O Rubro-Negro tem apenas sete pontos, enquanto o Cruz-Maltino deixou a lanterna, mas ainda soma somente seis pontos. O Vasco entrou colocando em prática uma estratégia previsível, recuado para apostar nos contra-ataques, bloqueando a dificuldade que o adversário tem habitualmente para superar as suas limitações. Na realidade, não seria exagero afirmar que os dois times são fracos, como se pode observar na tabela. Mas os cruz-maltinos conseguiram aproveitar melhor as deficiências do Flamengo, por isto abriram o placar logo aos 15 minutos. Madson passou com facilidade por Anderson Pico, que caminhava em campo, foi à linha de fundo e cruzou para Reascos, cabecear de peixinho no meio da área, sem ser incomodado. 

O Vasco permaneceu atrás, dando a posse da bola ao rival, mas nada digno de registro ocorreu até o fim do primeiro tempo, pois se o time de São Januário errou as tentativas de sair em velocidade, o da Gávea não acertou um único chute na direção de Charles. O Flamengo voltou para a etapa final com Alan Patrick no lugar de Anderson Pico, que só recebia vaias, deslocando Éverton para a lateral-esquerda. E procurou esboçar uma reação, que esbarrava sempre na marcação exercida pelo Vasco a partir de seu campo. A equipe de Celso Roth estava de tal forma recuada que o próprio técnico procurou torná-la mais ofensiva, pelo menos nas substituições que fez entre os 12 e 14 minutos, trocando Jhon Cley e Reascos respectivamente por Rafael Silva e Thalles. Cristóvão Borges lançou Marcelo Cirino e Paulinho e, no entanto, manteve os três volantes. 
De qualquer jeito, ao ver o Flamengo com três atacantes, pôs Lucas no meio, aproveitando que Gilberto saiu machucado. Mas o fato é que a bola continuou apanhando, tantos os erros de passes, e os chutões da zaga cruz-maltina. Aos 34, vejam só, o time da Gávea conseguiu pela primeira vez levar perigo a Charles, concluindo forte para ótima e oportuna defesa do goleiro. Sem opção, dada a ausência da criatividade, o Flamengo passou a levantar bolas na área, transformando definitivamente a partida num espetáculo paupérrimo.

 Mas a vitória do Vasco foi de grande importância, para a sua sequência no campeonato. E o Flamengo foi trágico. Na próxima rodada, quarta-feira, o Rubro-Negro visita o Joinville, em Santa Catarina, enquanto o Cruz-Maltino recebe o Avaí, em São Januário. 

Fonte: Lance 
Foto: Internet

GUERREIROS TRICOLORES VENCEM O GOIÁS FORA DE CASA E DE VIRADA

 

O que vale é bola na rede. Não adianta criar boas jogadas e chutar em cima do goleiro, mandar para fora, fazer firula... Com menos um jogador quase todo o segundo tempo, o Fluminense mostrou ao Goiás como é que se faz, mesmo não jogando um bom futebol. Longe disso! Porém, o Tricolor foi mais objetivo e saiu do Serra Dourada com a vitória por 2 a 1, de virada, e três pontos na bagagem. 

Entrou no G4 do Brasileiro e pretende não sair mais. Principalmente no primeiro tempo, o Goiás mandou na partida. Entretanto, cansou de perder gols. Não à toa está mal na tabela. É verdade que fez um gol com Erik, aos 33 minutos, após bela arrancada e um toque por cima de Diego Cavalieri. Parecia que o time goiano iria se recuperar na competição, além de acabar com o jejum de não vencer o Fluminense há sete anos em casa. Só parecia. O atacante Bruno Henrique, junto com Erik, infernizou a zaga tricolor, mas perdeu todas as chances que teve. O Fluminense não tinha toque de bola. O garoto Gerson não achou seu espaço em campo e Magno Alves estava perdidinho na frente, muitas vezes isolado. Como não é craque, lógico, não fez a diferença. Inclusive, foi o Magnata que teve a melhor chance da equipe tricolor, mas chutou em cima da zaga, aos 46. Veio o intervalo e parecia que o Goiás era quem brigava para entrar no G4. Com menos de 30 segundos da segunda etapa, Bruno Henrique perdeu mais uma vez aquele “gol feito”. Novamente, só parecia. O Fluminense, aos sete, empatou com Wagner. 

O Goiás teve um pênalti a seu favor depois de Gum colocar a mão na bola. Mas Cavalieri foi gigante na frente de Felipe Menezes e defendeu. Com Gum expulso – e Vinicius lesionado no fim do jogo –, o Flu encarnou o ”Time de Guerreiros” e, aos 16, Edson virou o placar. Valeu o empenho. Muito mais do isso. Valeu a virada, valeu a garra e, por causa disso, está a dois pontos do líder Sport. O Tricolor voltou e mostrou que vai brigar pelo título, mesmo sem ter tido uma atuação de encantar os olhos. 

Fonte: Lance 
Foto: Internet



AMERICANO, CAMPEÃO DA TAÇA CORCOVADO 2015 



Graças ao título do Americano na Taça Corcovado, haverá disputa de triangular final na Série B do Campeonato Carioca. O Cano é o único representante do Interior do Rio de Janeiro a concorrer às duas vagas para a elite do futebol carioca no próximo ano. A façanha foi possibilitada após a vitória por 2 a 1 sobre a Portuguesa, na tarde deste sábado (27), pela final do segundo turno da competição, em jogo disputado no Estádio Luso Brasileiro. Apesar de ser finalista dos dois turnos, o futebol apresentado pelo Americano faz contraste com a situação financeira que o clube vive. Ciente do momento, o técnico João Carlos Ângelo elogiou o esforço feito pela diretoria, também dando crédito ao trabalho feito pelo Departamento de Futebol. O treinador revelou o esforço para fazer o elenco acreditar que é possível obter o acesso. - A gente sabe da dificuldade que temos em Campos, apesar da diretoria ajudar dando o máximo possível de condições de trabalho. Mas temos dificuldades de campo para treinar e uma série de coisas que as pessoas não têm consciência do que é. O trabalho tem sido muito difícil. Conseguimos fazer com que os atletas acreditassem que era possível. Hoje, temos uma equipe forte, guerreira e capaz de brigar por todos os resultados, em casa e fora. Também agradeço pela confiança do Gilberto, que após ver meu trabalho no América de Recife (PE), me convidou para assumir o Americano. Agradeço também ao presidente Luciano Viana - disse o técnico. Agora, o Americano tem Portuguesa e América como adversários no triangular final. Para o treinador, o momento é de humildade para terminar a última fase da Série B do Campeonato Carioca de 2015 com o tão sonhado retorno ao grupo principal do futebol do estado. Agora, temos outra luta no triangular, na briga pelo acesso. Humildemente, sabemos da força dos nossos adversários, Portuguesa e America. Vamos colocar os pés nos chão e buscar nossos resultados - completou. Fonte: 

Fut Rio 
Foto: Internet


BRASIL PASSA NOVO VEXAME E É ELIMINADO NOS PÊNALTIS NOVAMENTE PELO PARAGUAI 



Para não passar em branco sem notícia da Seleção Brasileira que jogou sábado e foi eliminada, não podemos deixar de falar do vexame do Brasil na Copa América.

O roteiro foi bem parecido. Assim como na Copa América de 2011, o Paraguai eliminou a Seleção Brasileira nas quartas de final - e agora terá pela frente a Argentina. A exemplo de quatro anos atrás, também nos pênaltis: 4 a 3, desta vez depois de empate por 1 a 1 no tempo normal, no Estádio Collao, em Concepción. Se naquela ocasião todos os quatro brasileiros cobradores erraram, agora foram dois os vilões: Everton Ribeiro (que entrou nos minutos finais no lugar de Robinho, autor do gol), em chute rasteiro para fora, e Douglas Costa, que isolou a bola. Pelo Paraguai, o único a desperdiçar foi Santa Cruz, batendo a bola por cima do travessão de Jefferson. O gol de Robinho, aos 14 minutos, chegou a deixar o time brasileiro à frente no placar. Um belo gol de jogada coletiva que passou a impressão de que a partida seria tranquila. Não foi. 

O Paraguai partiu para o ataque, impôs sufoco e foi premiado com um gol de pênalti, marcado por Delis González, na segunda etapa. Foi dele também a última cobrança na disputa decisiva. O duelo com a Argentina está marcado para terça-feira, dia seguinte ao confronto entre Chile e Peru. O palco será novamente o estádio municipal de Concepción, às 20h30 (de Brasília). No mesmo local será a disputa pelo terceiro lugar, três dias depois. Neste sábado, o primeiro tempo terminou com pressão paraguaia, mas começou com um Brasil muito agressivo, determinado a sair à frente no marcador. Logo com um minuto de jogo, Philippe Coutinho arriscou de fora da área e obrigou o goleiro Villar a espalmar a bola para escanteio. 

Uma desatenção defensiva, oito minutos mais tarde, quase estragou os planos, porém. Em rápido contragolpe, Delis González foi acionado dentro da área, pelo lado direito, e cruzou rasteiro. O passe buscava Santa Cruz, que só não recebeu a bola porque Thiago Silva, mesmo desequilibrado, esticou-se ao máximo e a afastou pela linha de fundo antes de cair. Passado o susto, o time brasileiro encaixou ótima troca de passes e balançou a rede rival. De pé em pé, a bola mudou de lado e chegou até a direita, de onde Daniel Alves fez cruzamento rasteiro. Philippe Coutinho deixou que a bola passasse e chegasse novamente a Robinho, no meio da área. O atacante bateu de primeira e concluiu com gol a bela jogada coletiva. Apesar de a equipe de Dunga mostrar maturidade com a bola nos pés, o gol precoce a fez recuar mais do que o necessário. 

O Paraguai, antes satisfeito em se defender, passou a povoar mais o campo ofensivo e, por pouco, não empatou aos 29 minutos, quando um atraso de cabeça da zaga surpreendeu Jefferson. Encoberto, ele deu um passo para trás e agarrou a bola. O lance não transmitiu segurança, mas foi exceção. Depois disso, o goleiro brasileiro foi acionado em uma série de bolas aéreas e se saiu bem em todas. Também se mostrou atento nas poucas finalizações de fora da área. A pressão paraguaia, embora visível, não chegou a ameaçar efetivamente a vantagem do Brasil, que sofreu mais com as entradas faltosas do adversário. 

No retorno do intervalo, o time treinado por Ramón Díaz persistiu na busca pelo empate, e Jefferson iniciou a segunda etapa espalmando bolas. Uma delas, aos 16 minutos, muito difícil, em cabeceio de Paulo da Silva após cobrança de escanteio. O rival crescia, e o empate parecia questão de tempo. Como, de fato, foi. Aos 24 minutos, um toque de mão de Thiago Silva dentro da área permitiu que o Paraguai marcasse em cobrança de pênalti cobrada por Delis González. Sem novas grandes chances de gol - mesmo com a entrada de Everton Ribeiro no lugar de Robinho -, a vaga foi decidida nos pênaltis. 

O descansado meia, a propósito, foi o segundo brasileiro a cobrar, o primeiro a errar, depois de Fernandinho marcar. Na quarta cobrança, após gol de Miranda, Douglas Costa também desperdiçou. Mas o Paraguai foi melhor. Apenas Santa Cruz errou. Martínez, Cáceres, Bobadilla e González colocaram o adversário diante da Argentina, na semifinal. 

Fonte: Gazeta 
Foto: Internet


Até a próxima

Wagner Augusto